Ele come bola! É assim que denominamos alguém que joga muito, ou tem muita habilidade. Palavras como; “Ele come bola”, “deve dormir com a bola também” são ditas quando é visto uma intimidade mais próxima com a bola. Intimidade importante para os praticantes do basquetebol, tal modalidade que tem seu artefato com características especiais. Algo pesado com cravinhos (antiderrapante), grande e geralmente laranja, é assim que descrevemos a nossa famosa bola. Que bom seria se todos nossos alunos e atletas pudessem ter como treino ,algumas horas a mais com a bola, criar uma intimidade com o objetivo de conhecer melhor seu material de trabalho. Podemos tirar como exemplo bom os jogadores de futebol, quanto mais habilidoso, mais tempo podemos ver ele com a bola, sempre brincando ou fazendo “embaixadinha”, idéia que podemos adotar para os treinos de basquete. Se pensarmos em métodos pedagógicos de ensino, trabalhamos primeiro o manejo de corpo e logo em seguida vem a majestosa bola, com o manejo de bola. Fase importante que poderíamos passar mais tempo. Sabermos o peso , o tamanho a forma que ela gira, facilitaria em alguns fundamentos. Por enquanto tal treino ou idéia ainda não adotada, temos que admirar aqueles que comem bola e nos prestigiam com belas jogadas.Graduado em educação física pela Universidade Bandeirante de São Paulo - UNIBAN (2008/2009). Licenciado em Pedagogia. Professor especialista em treinamento desportivo pela Faculdades Metropolitanas Unidas - uniFMU (2010), Especialista em Pedagogia do Esporte pela Universidade Gama Filho (2012). Professor e técnico de basquetebol, atuando com categorias de base e formação esportiva. Para visualizar meu curriculum CLIQUE AQUI
Intimidade com a bola.
Ele come bola! É assim que denominamos alguém que joga muito, ou tem muita habilidade. Palavras como; “Ele come bola”, “deve dormir com a bola também” são ditas quando é visto uma intimidade mais próxima com a bola. Intimidade importante para os praticantes do basquetebol, tal modalidade que tem seu artefato com características especiais. Algo pesado com cravinhos (antiderrapante), grande e geralmente laranja, é assim que descrevemos a nossa famosa bola. Que bom seria se todos nossos alunos e atletas pudessem ter como treino ,algumas horas a mais com a bola, criar uma intimidade com o objetivo de conhecer melhor seu material de trabalho. Podemos tirar como exemplo bom os jogadores de futebol, quanto mais habilidoso, mais tempo podemos ver ele com a bola, sempre brincando ou fazendo “embaixadinha”, idéia que podemos adotar para os treinos de basquete. Se pensarmos em métodos pedagógicos de ensino, trabalhamos primeiro o manejo de corpo e logo em seguida vem a majestosa bola, com o manejo de bola. Fase importante que poderíamos passar mais tempo. Sabermos o peso , o tamanho a forma que ela gira, facilitaria em alguns fundamentos. Por enquanto tal treino ou idéia ainda não adotada, temos que admirar aqueles que comem bola e nos prestigiam com belas jogadas.
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